- Acesso e Interligação
- Acesso a Condutas
- Atividade Internacional
- Área Postal
- Balcão Virtual
- Banda Larga
- Circuitos Alugados
- Comércio Eletrónico
- Comunicações eletrónicas - análise de mercados
- Comunicações eletrónicas - quadro regulamentar
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- Gestão do Espectro
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- Normalização
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- Roaming Internacional
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- Regime R&TTE
- Sector das Comunicações
- Segurança dos Sistemas e Redes de Informação
- Serviço Telefónico em Local Fixo e Serviço Universal
- Televisão Digital
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Impacte social das NGN
O investimento em NGN deverá ter um impacte social e económico bastante significativo, em especial em, Portugal, a nível de sectores como a saúde e trabalho social, mobilidade, logística, justiça e segurança.
A nível mundial, com inevitáveis reflexos na economia e sociedade portuguesas, é provável que o novo leque de possibilidades oferecidas pelas NGN contribua para (Cave et al, 2009):
a) O desenvolvimento de infra-estruturas de comunicações acessíveis através de uma gama diversificada de equipamentos e tecnologias (o que tenderá a aumentar, ceteris paribus, as perspectivas de infoexclusão);
b) A evolução da computação como uma "utility" ubíqua, atenuando as barreiras digitais relacionadas com as diferenças no acesso aos computadores;
c) A "inteligência" das redes, potenciando outras tecnologias, tais como as nanotecnologias, a computação cognitiva, a cibernética, a RFID e os ambientes virtuais;
d) A emergência de uma Web inteligente.
No entanto, é, neste momento, difícil quantificar esse impacte nomeadamente ao nível dos dados financeiros dos operadores, atendendo não só a limitações da informação disponível, mas também e principalmente à incerteza sobre a evolução das variáveis macroeconómicas na economia nacional e mundial e à rápida evolução da tecnologia e das necessidades dos utilizadores finais. Note-se que uma abordagem quantitativa robusta, só seria possível de qualquer modo através de modelos de equilíbrio geral extremamente complexos e cujo resultado seria de qualquer modo duvidoso atenta a actual conjectura económica.
Sem prejuízo, espera-se que as NGN venham a contribuir para a criação de um número significativo de postos de trabalho qualificados em Portugal, para além de postos de trabalho temporários associados à fase de implementação da infra-estrutura.
No caso da Alemanha, cobrir, com uma rede com débitos de pelo menos 100 Mbps, 50% dos alojamentos a curto prazo e 30% dos alojamentos até 2020, iria gerar 541 mil empregos directos nas indústrias da construção civil e da electrónica, esperando-se que o número de empregos indirectos, devido a serviços inovadores, pudesse atingir 427 mil. O impacte anual no PIB, no período compreendido entre 2010 e 2020, seria de aproximadamente 0,6% do PIB.
Outro dos benefícios identificados relacionados com a disseminação da banda larga (cuja validade expectavelmente se manterá no âmbito da banda larga de alta velocidade associada às NGN) tem a ver com o facto de manter as pessoas (tanto os desempregados como as pessoas à procura de outro emprego) interessadas no mercado de trabalho.
De acordo com Beard et al (2010), as pessoas com acesso à Internet em banda larga mostrariam um maior interesse em permanecer ligadas ao mercado de trabalho em mais 50% dos casos quando comparadas com pessoas sem acesso à Internet.
É também verdade que, devido à maior largura de banda, a uma transmissão mais rápida e a uma maior resiliência da rede, as NGN facilitam a adopção do teletrabalho, promovendo uma maior produtividade e a redução de tempos de transporte e consumo de energia associado (RAV, 2010).
Aliás, esperam-se resultados importantes em termos de redução de consumo energético e concomitante diminuição da emissão de carbono, decorrentes não da adopção generalizada de NGN e do seu impacte em termos globais sobre as condições de vida e de trabalho, para além do próprio teletrabalho.
De acordo com estimativas divulgadas pela UIT (2008), a redução de emissões de CO2, poderia atingir a nível: (a) mundial um patamar global a 460 Mt até 2020 e (b) europeu 330 kg por utilizador num período de 15 anos. Num estudo (Ovum, 2009), chega-se inclusive a aludir que, no caso da Suécia, se a fibra fosse implementada na totalidade do país, poder-se-ia poupar o consumo energético equivalente à produção de uma central nuclear.
Em Portugal, a PTC espera que após a implementação completa da sua rede FTTH, o consumo de energia possa reduzir-se a menos de metade do actual.1
1 Conforme divulgado publicamente pela PTC na Conferência FTTH Lisboa 2010, na apresentação "FTTH – The Service and Application Enabler".
Banda Larga: Broadband - Conceito associado a serviços ou ligações que permitem veicular, a grande velocidade, quantidades consideráveis de informação, em débitos superiores a 128 kbps no sentido ascendente.
FTTH - Fibre-to-the-home: Utilização de fibra ótica para transporte de telecomunicações desde o operador até à casa do cliente final. O equipamento terminal do cliente converte o sinal ótico em elétrico.
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Consulta relativa ao projeto de decisão sobre faturação e cobrança de penalidades às beneficiárias da oferta de referência de acesso a postes da PTC - comentários até 21.06.2013 |
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Conferência ANACOM 2013 - Financiar o futuro, 01.07.2013 |
Conferência Mundial de Radiocomunicações de 2015 (WRC-15), Genebra, 2-27.11.2015 |
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ARCTEL-CPLPhttp://www.arctel-cplp.org/ |
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Entendimentos, esclarecimentos e comunicados produzidos pela ANACOM entre 2004 e 2013 |
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