Grupo de Trabalho da Indústria
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Título: "Grupo de Trabalho da Indústria"Publicação: 31.01.2002
URL: http://www.anacom.pt/render.jsp?contentId=30370
Consulta: 20.06.2013
10:00 - Abertura - ICP
José Toscano - Director de Assuntos Europeus
Mário Freitas - Director de Convergência e Desenvolvimento
10:15 - Alcatel Portugal Sistemas de Comunicação S.A.
José Matos Correia - Director
10:45 - Cisco Systems Portugal
José Pedro Raimundo - Telco LoB Manager
11:15 - Coffee Break
11:30 - Ericsson - Telecomunicações Lda
Derek Long - Senior Business Manager
12:00 - Lucent Technologies
Mário Ramos - Account Manager
12:30 - Debate
13:00 - Lunch Break
14:30 - Nokia Portugal, S.A.
Giuseppe Donagemma - General Manager Radio Access Systems, Europe & S. Africa
José Horta e Costa - Product Manager
15:00 - Philips Portuguesa S.A.
Philip van Houtte - Marketing Manager
15:30 - Siemens, S.A.
Johann Wurzenberger - Director Access & Transport Senior Engineer
16:45 - Debate
17:15 - Encerramento e Conclusões
Nota: as apresentações efectuadas incidiram sobre as "Tendências tecnológicas e de mercado na convergência das telecomunicações, TI e audiovisual".
Pelo ICP:
José Manuel Toscano - DAE
Mário de Freitas - DCD
Carla Santos - DCD
Gracinda de Abreu - DCD
Paulo Serra - DCD
Pela Alcatel:
J. A. Ferreira
José Matos Correia
Pela Cabovisão:
José Lagarto
Pedro Cardoso
Pela Cisco:
José Pedro Raimundo
Pela Ericsson:
Derek Long
Tor Olofsson
Pelo Instituto da Comunicação Social:
Carlos Landim
Nuno Conde
Pela Jazztel:
Francisco Silva
Sofia Gaspar
Pela Lucent:
Mário Ramos
Pela Maxitel:
Carlos Simões
Pela Media Capital:
Pedro Morais Leitão
Pela ML Telecomunicações:
Miguel Sequeira
Pela Nokia:
Giuseppe Donagemma
José Horta e Costa
José Ramos
Keijo Piiponen
Nuno Nabais
Pela ONI:
Inês Bigotte Ginja
Pela Optimus:
António Casanova
José Carlos Pinto
José Pinto Correia
Pela Philips:
Luís Dias
Philip van Houtte
Rita Canhão
Pela REFER:
José Manuel Galinha
Pela REN:
Albertino Meneses
Pela RTP:
Ismael Augusto
Pela SIC:
Raúl Araújo
Pela Siemens:
Aníbal Rodrigues
Johann Wurzenberger
Pela Sonae Redes de Dados:
Paulo Azevedo
Pela Telecel:
João Canilho
Cristina Minoya Perez
Pela TVI:
José Nabais
Alcatel
Bragatel
Cabovisão
Cisco
DECO
DGCC
E3G
Ericsson
Instituto da Comunicação Social
Instituto do Consumidor
Iridium
Jazztel
Lucent
Maxitelsat
Microsoft
Missão para a Sociedade de Informação
ML - Telecomunicações SA
Motorola
Nokia
Nortel
Optimus
Philips
Portugal Telecom
RDP
REFER
REN
RTP
SIC
Siemens
Sonae Redes de dados
Telecel
TE.SA.M
Transgás
TVI
WTS
Teve lugar no dia 17/11/99 a primeira reunião do Grupo de Trabalho da Indústria no Âmbito da Plataforma de Convergência e Desenvolvimento, em que alguns fabricantes, presentes em Portugal, de apresentaram a sua visão das tendências tecnológicas e de mercado na perspectiva da convergência das telecomunicações, tecnologias de informação e audiovisual.
Em nome do Presidente do ICP saudou os participantes e efectuou uma breve introdução aos trabalhos a desenvolver pela Plataforma de Convergência e Desenvolvimento. Delineou como objectivos para a Plataforma, recém-criada, a produção de contribuições e recomendações que contribuissem para a elaboração de futuras medidas regulamentares, que sirvam de suporte ao desenvolvimento, face a um novo paradigma. Referiu, ainda, que seria elaborado um relatório anual, de onde constariam as principais recomendações e plano de acção, resultantes dos Grupos de Trabalho e da Plataforma. Concluiu frisando o total empenhamento do ICP neste processo.
Agradeceu a participação dos presentes e frisou a importância de se efectuarem este tipo de reuniões com a indústria para se aferirem os desenvolvimentos mais recentes da indústria de equipamentos e as tendências previstas de mercados e de serviços.
Sugeriu a realização semestral deste tipo de reuniões, contando com as contribuições dos diversos participantes.
No âmbito da Plataforma de Convergência e Desenvolvimento, referiu o âmbito e objectivos dos três grupos de trabalho:
- Grupo de Trabalho dos Operadores de Redes;
- Grupo de Trabalho da Indústria;
- Grupo de Trabalho dos Consumidores.
Na sequência do desafio lançado na reunião de lançamento da Plataforma de Convergência e Desenvolvimento, reiterou a necessidade de dar resposta a três grandes questões:
1. Qual deverá ser o papel do ICP no Séc. XXI ?
2. Como poderá o ICP ser mais eficaz na forma de prestar serviços ao público em geral ?
3. Que modelo regulamentar deverá ser adoptado face à evolução do mercado das comunicações ?
Frisou ainda a necessidade de se ponderar na futura legislação a adoptar a nível nacional, para além do seu enquadramento comunitário (Revisão 99), cujas linhas gerais foram alvo de uma consulta pelo ICP.
Neste sentido, traçou dois objectivos para a reunião:
- em primeiro lugar ter a oportunidade de acompanhar os desenvolvimentos e tendências dos equipamentos, sistemas e mercados em convergência;
- em segundo lugar, iniciar os trabalhos do Grupo de Trabalho da Indústria onde, de uma forma integrada, se traçarão algumas recomendações e um plano de acção que prepare e consolide o sector das comunicações do futuro, nas suas vertentes enquadradora e reguladora, adequando-o ao novo paradigma presidido pela convergência de redes, serviços mercados e equipamentos.
Salientou, por último, a importância de se dar a palavra à indústria, através deste tipo de iniciativas, dado o seu papel preponderante no processo de convergência.
2.3. Intervenções dos Representantes da Indústria
As apresentações efectuadas pelos diversos representantes da indústria presentes espelharam a sua visão das tendências tecnológicas e de mercado na convergência das telecomunicações, TI e audiovisual.
Foram apresentados possíveis cenários futuros envolvendo novos equipamentos residenciais ou para o mercado empresarial, tanto terminais, como de infra-estruturas de rede.
Intervenções:
Alcatel Cisco Ericsson Lucent Nokia Philips Siemens
Das várias intervenções ressaltou:
1. a nível tecnológico:
- a integração de redes fixas e móveis;
- a integração de voz, dados e vídeo;
- a consolidação do protocolo IP como denominador comum, no suporte de diferentes tipos de serviços;
um forte crescimento de soluções wireless exDSL; - a evolução e maturidade dos equipamentos que permitem a integração de diferentes tecnologias, tanto a nível de equipamentos terminais, como de equipamentos para infra-estruturas de rede;
- evolução para arquitecturas de rede abertas;
- maiores requisitos de largura de banda;
- bundling de serviços;
2. a nível dos mercados:
- tendência para um maior envolvimento do mercado residencial, com o aparecimento de novos equipamentos aglutinadores de serviços, nomeadamente com uma componente de entretenimento (possibilidade de acesso à Internet e de utilização de serviços multimédia interactivos, em conjunto com o convencional serviço de televisiva);
- fusões, integrações, aquisições, tanto a nível horizontal, como vertical;
- consolidação e introdução de conceitos como e-commerce, e-learning, e-support e corretagem de serviços;
- "explosão da informação";
- a compensação de reduções nos ganhos, devido ao aumento da concorrência, com a contínua introdução de novos serviços e facilidades;
- possibilidade de factura única;
3. a nível do enquadramento:
- vantagem de um interlocutor, que funcione como plataforma entre a indústria dos equipamentos, dos serviços e dos conteúdos;
- necessidade de um quadro regulamentar, que contemple e integre, de forma simples e flexível, as várias vertentes, deixando ao mercado (regulado horizontalmente por um enquadramento adequado ao nível da defesa da concorrência e dos mecanismos que determinem as tendências e as evoluções futuras;
Como conclusão da reunião definiram-se as seguintes acções:
- Análise e discussão do documento a preparar pela DCD com as questões relevantes de enquadramento e convergência de mercados e de equipamentos (incluindo as plataformas digitais, tipo DVB-T);
- Preparação do documento e envio aos destinatários;
- Discussão nos Grupos de Trabalho em reuniões promovidas pelo ICP:
1. Grupo de Trabalho dos Operadores de Redes e Indústria do Audiovisual, dia 16/12/99;
2. Grupo de Trabalho dos Consumidores e Associações de Indústria e Comércio, dia 19/01/2000;
-
Início de preparação do Documento a ser analisado e discutido na Reunião Plenária da Plataforma, que terá lugar em Abril de 2000.
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