Tráfego postal cai no 3.º trimestre mas receitas sobem

O tráfego total dos serviços postais atingiu 179,1 milhões de objetos no 3.º trimestre, menos 7,1% do que no período homólogo. Apesar desta descida, as receitas provenientes dos serviços postais registaram uma subida, de 0,7% para 152 milhões de euros. O tráfego de encomendas é responsável por 27% das receitas, contra 26,4% no período homólogo.

A receita média por objeto aumentou 8,4% face ao trimestre homólogo.

Do total de objetos distribuídos, 95,5% destinaram-se ao mercado nacional, enquanto os restantes 4,5% tiveram como destino outros países. Cerca de 79,2% do tráfego postal dizia respeito a correspondências, 7,3% era correio editorial e 7,9% publicidade endereçada. As encomendas representavam 5,6% do tráfego total e registaram uma subida de 5,1% face ao trimestre anterior e de 0,5% em termos homólogos.

O tráfego relativo ao serviço universal postal, que representa 84,1% do tráfego total, diminuiu 8,5% face ao período homólogo.

Em média foram enviados 17,4 objetos postais por habitante no 3.º trimestre, menos 1,3 objetos per capita face ao 3.º trimestre de 2016.

O grupo CTT dispunha de uma quota de 91,7% do tráfego postal total.

No que respeita aos meios materiais afetos ao serviço postal registou-se um aumento de 0,6% do número de pontos de acesso, os centros de distribuição diminuíram 0,2% e a frota de veículos diminuiu 1,2%.

Infografia dos serviços postais - Tráfego

Infografia sobre serviços postais.

Infografia dos serviços postais - Receitas e meios

Infografia sobre serviços postais.


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